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Soube pelo Biajoni que o amiguinho Brigatti escreveu há tempos um tratado sobre a reprodução e o acasalamento dos Baixistas, essa espécie desconhecida e que, por motivos óbvios, encontra-se a caminho da extinção.

Quase tão bons quanto o texto são os comentários dos Defensores de Alguma Coisa (*), animais que hoje, graças à Internet, proliferam-se como ratos e tem por principal característica a incapacidade de identificar uma piada. Não seria preciso que a entendessem; bastaria que pudessem identificá-la. Mas isso, como se sabe, é algo que só acontece na estratosfera do pensamento humano, isto é, em altitudes superiores a QI 30.

(*) Neste caso, a subespécie dos Defensores dos Contrabaixistas.

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Ando estudando. Fiando-me nos mestres. O Tube taí pra isso. Com vocês, Jaco Pastorius tocando Birdland com o Weather Report. Um dia eu chego lá. Mas com uns quilos a mais. E sem a faixa no cabelo. Por falta de cabelo, é claro.

Pra quem não conhece, este é John Francis Anthony Pastorius III, ou apenas Jaco Pastorius (01-12-1951 / 21-09-1987). Nasceu baterista, quebrou o pulso jogando bola, teve que virar baixista. Arrepiou de ponta a ponta, e morreu com um murro bem dado pelo gerente de uma casa noturna que não gostou de suas palhaçadas. Ninguém conta a história daí pra frente, mas eu sei que o tal gerente também quebrou o pulso quando lhe deu o murro, teve que mudar de profissão, e hoje ganha a vida testando termômetros retais veterinários, o filho da puta.