Então. Nada especial, só o de sempre: Bahia, acarajé, brisa na varanda, sarapatel, sombra, abará em casa de Auta Rosa, uisquinho, mais brisa (que ninguém é de ferro e, portanto, derrete), velsar e revelsar na varanda de Maria Sampaio, coçando o papo de Brigitte. No dia seguinte, tudo de novo, mas tudo diferente: acarajé vira rabada, abará vira moqueca, uisquinho vira cachaça. Mas a brisa é a mesma.

Três ‘plus a mais’: Sr. Franciel Cruz Credo, Alan Miranda e Paloma & seu Pedro José, que é argentino, mas tem a alma branca. Alguém mais? Estudo convites. Só não me venham com praia e axé, que eu já vou logo mandando. Cartas para a redação.

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