Em Santo Amaro da Purificação
Alguém, um dia, encheu-se dos modos do cachorro — que roía, quebrava e mordia tudo o que lhe passasse pela boca — e resolveu livrar-se dele: enfiou-o no carro, levou-o pra bem longe e lá o deixou.
Três dias depois, o pobre reaparece — roído, quebrado e mordido —, esgravatando a porta com as unhas. O dono deixou-o entrar. Na manhã seguinte, conta o caso à empregada.
— Ele veio a pé? — pergunta a mulher, espantada.

Em Salvador, pelo interfone
— Seu Chico, um de nossos canários fugiu. Se o senhor encontrá-lo aí em baixo, poderia pegá-lo?
— Claro, dona. Mas me diga: ele fugiu com ou sem gaiola?

Num posto médico
— Doutor, eu tenho um sangramento que não pára.
— A senhora já está na menopausa?
— Estou, sim senhor.
— A senhora tem relações com seu marido?
— Tenho, sim senhor.
— A senhora tem orgasmo?
— Tenho não. Acho que meu plano é Unimed.

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