“Você é o melhor contista dos mais recentes que li. Ganha de longe do lixo que vem sendo publicado. Os personagens têm densidade, vida interior. E outra: você usa de artifícios modernos, mas sem gratuidade. O livro tem alguns defeitos também, segundo vejo. Primeiro, você não deveria vendê-lo como livro de “sacanagem”. É um livro extremamente pós-moderno, porque trata de relações partidas, mas de uma profundidade ultra-realista. Tanto assim que toda vez que lia um “boceta” por lá sentia um certo desconforto.”

de Nicomar Lael, por e-mail.

Faço apenas uma observação ao desavisado leitor: sem discutir o desconforto do analista — que pode ter muitos motivos, e nenhum deles desmereceria a qualidade de sua crítica — não escrevi ‘boceta’ uma única vez em todo o livro. Mas há, sim, algumas ‘bucetas’. Poucas.

Depois de ler o livro mais uma vez, Nicomar ainda escreveu isto (prometendo mais para breve), texto que — tenho certeza — me deixará deveras lisonjeado assim que eu conseguir decifrar algumas palavras.

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