Em 16 de abril deste ano, o amigo Marconi Leal publicou um tal texto no seu blog. Leia, que é muito bom. Marconi Leal também publica, com alguma regularidade, uns textos no site do jornalista Fausto Wolff. De graça, segundo ele, mas não tenho nada com isso, e sei bem como são essas coisas. Até aí, tudo bem.

Hoje, 30 de setembro, o citado jornalista estica as costas, estala os dedos, mete um preâmbulo no tal texto e publica tudo no Jornal do Brasil, tomando apenas o cuidado de revisar parte da “gramática” do bandido protagonista (refiro-me ao bandido-personagem). Outros cuidados — como dar crédito, citar a fonte, dizer quem é o autor verdadeiro do texto — ah, pra quê? Excesso de cuidado é neurose.

Xingar, não pode. Mas posso perguntar: que parceria é essa? Eu publico, tu escreves, eu recebo? Que porra de verbo! E outra: um cara com o currículo de Fausto Wolff precisa disso? Ah, foi homenagem! É isso! Ô, Marconi, deixa de ser chato! Você foi homenageado. Parabéns, Marconi.

Fico até com vergonha.

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