“Nataniel, escritor fracassado, decide suicidar-se. Carrega o revólver, coloca-o a seu lado, na escrivaninha, e põe-se a redigir a carta de despedida. A carta se alarga, se ilumina, respira, vive. É a obra, a ansiada obra!
Para poder publicá-la, Nataniel não se suicida.
Trata-se, agora, de encontrar editor. É quando Nataniel descobre que não devia ter desistido do suicídio.”

Glauco Mattoso
(Não conhece?? Onde você andou nos últimos 30 anos?)

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