Acordo no hotel e vou ao refeitório. A cozinheira me vê e abre um sorriso:
— Ei, môss, que bom que ocêis acordáro! É que daqui um cadjím vai saí o bolim de mio quiêu fiz procêis, sab? Sintiu u chêr?
Justo pra mim, que sô doido por um bolim de mio, sô! Dá pra não gostar dessa terra?
Mas dez quilômetros adiante, num posto de gasolina, encontrei isto grudado à bomba:

  Tentei me apresentar, mas não deu resultado: o frentista não quis ‘panhar’ meu cheque de jeito nenhum. Eu devo ser mesmo muito estranho, ou essa gente é desconfiada djimáis da conta, môss…

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