Foi assim que senti por ter ficado 36 horas sem acesso à Internet.
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7 comentários
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março 13, 2007 às 4:48 am
Filigraana
Tu és um jogador. Chora no colo da tua babulinka ou então vai já a correr para uma reunião dos Gamblers Anonymous. Eu sei que tu consegues largar esse vício. Conta com todo o meu apoio, desde que não peças dinheiro emprestado.
BL – Sabe que eu ia começar o post dizendo “Olá, meu nome é Branco, faz 36 horas que eu não entro na Internet”? Dinheiro emprestado, jamais! Eu quero é dinheiro dado. Mas… “babulinka”, seria o quê? Que é algo que tem colo, já percebi.
março 13, 2007 às 7:13 am
eu mesma, Rê
nem fale, basta a gente não ter a danada à disposição que se lembra de zilhões de cousas a fazer… online!
=*
BL – Pois eu SÓ tinha coisas pra fazer na Internet. Fui dormir. Agora estou sem sono…
março 13, 2007 às 7:19 am
eu mesma, Rê
hey, matelda, eu! uhu, noviguaçu! ¬¬
“Também estou em”? Bah! Tinha que ser “Branca! Branca! Branca!” ou, quem sabe, “+ Cucurucus”
se bem que aí ninguém ia entender nada… =]
deixa pra lá, e bjos, zenone da norcia querido!
BL – Fazia tempo que você não vinha, hein? Você já é Matelda faz tempo.
março 13, 2007 às 7:27 pm
ana cartola
Eu não consigo entender como existia vida antes da internet.
BL – Meu pai dizia que existia. Mas faz muito tempo, acho que eu nem tinha nascido.
março 13, 2007 às 8:56 pm
Acantha
Sério que você não está exagerando? Há vida lá fora. Ou não?
BL – Não é exagero. Como tudo o que eu faço é relacionado à Internet, foi como se tivessem trancado meu escritório, me deixando do lado de fora.
março 14, 2007 às 1:11 am
Badá
O importante é o que interessa.
BL – Er… bem… é, é isso mesmo.
março 16, 2007 às 9:25 pm
Tenório
Engraçado a Internet. Outro dia me trouxe uma morena linda! Aquela pele de ouro marrom, cabelos negros e lisos, os lábios carnudos, vermelhos; os olhos verdes como o azul do mar. Um humor estonteante, ria de tudo. Que delícia! Suas formas? Hum, deixa pra lá… E o aroma? Hum…hum…hum??? Pois é, não tinha aroma. Sua pele? Se era sedosa? Como vou saber?! Descobri que ela estava em Ananindeua e eu, bem, eu estava onde estou agora, na bela Niterói. Pois é, Mr Gates me trouxe um sonho e mostrou-me suas formas, para depois quilometrar com exatidão a distãncia entre meu sonho e eu. Mas não saio daqui e me sentiria tal e qual um enterrado com a agradável noção de se sentir enterrado e sem luz no caixão. A Morena? Deve ter arranjado um paraense tão foguento quanto ela, e eu, estou à procura de uma índia fluminense, aqui na Internet, é claro. Ô vício!!